Os primeiros lotes, de 1.747 urnas, seguiram para 17 cartórios eleitorais das regiões Sul e Sudoeste do Piauí. O órgão priorizou os trajetos mais longos, superiores a mil quilômetros, com destino a municípios como Bom Jesus, Gilbués, Corrente, Cristino Castro, São Raimundo Nonato e Caracol.
Além dos equipamentos de votação, o TRE-PI também remeteu aos cartórios do interior paletes, baterias, mídias e demais materiais de apoio à operação eleitoral.
O modelo usado hoje é o resultado de quase três décadas de evolução. Desde 1996, ano da primeira eleição informatizada no país, a Justiça Eleitoral já incorporou 14 modelos de urna, somando mecanismos como a biometria para reforçar a segurança do voto. Em outubro, o Piauí chega à sua oitava eleição para o governo do estado com uso do sistema eletrônico.
Antes de liberar os equipamentos, o TRE-PI conduziu uma série de testes de integridade do sistema eleitoral, com acompanhamento de auditores, partidos políticos e entidades de fiscalização. As checagens buscam comprovar que o voto registrado na urna corresponde ao resultado apurado, metodologia adotada desde 2002.