O Piauí gerou 1.883 novos postos de trabalho com carteira assinada em agosto, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), divulgados nesta terça-feira (29). O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.
Em todo o país, foram abertos 165.827 postos formais em agosto. O saldo é 183,1% maior que o de julho, quando o Brasil criou 58.568 empregos. Na comparação com agosto de 2025, o resultado é 7,2% superior, naquele mês, foram criadas 154.683 vagas, no dado com ajuste, que considera declarações entregues em atraso pelos empregadores.
O resultado do último mês convive com um desempenho mais fraco no acumulado. De janeiro a agosto, o saldo de vagas formais somou 1.134.033 em 2026, contra 1.516.881 no mesmo período de 2025, uma queda de 25,2%. Considerando os meses de agosto desde 2020, este é o segundo menor resultado da série, atrás apenas do registrado no ano passado. A mudança de metodologia do Caged impede a comparação com anos anteriores a 2020.
Os dados incluem ajustes feitos quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo e retifica números de meses anteriores.
Estados e regiões
As cinco regiões abriram vagas formais em agosto: Sudeste (+73.167), Nordeste (+59.356), Norte (+13.603), Sul (+10.850) e Centro-Oeste (+8.699). Entre as unidades da Federação, 24 tiveram saldo positivo e três demitiram mais do que contrataram. Os maiores saldos foram em São Paulo (+42.533), Rio de Janeiro (+20.886) e Pernambuco (+13.428).
Registraram perda de empregos formais o Rio Grande do Sul (-1.611), Rondônia (-923) e o Espírito Santo (-287). Segundo o MTE, no Espírito Santo as demissões decorrem do fim da safra de café. Em Rondônia, estão ligadas à indústria alimentícia. No Rio Grande do Sul, concentraram-se na indústria do fumo e no comércio.
Fonte: portalodia










